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Jonatas Baldin @jonatasbaldin


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Django Unchanneled

Channels mudam a forma como utilizamos Django: ao invés de somente receber e responder requisições – uma atrás da outra – agora temos acesso a WebSocket, long-poll HTTP e outras maravilhas da assincronia. Orientação a evento FTW.



Nessa talk vamos ver os conceitos requisições assíncronas, WebSockets e como implementá-las com Django Channels!



The D is silent.


 

Django Unchanneled

Channels mudam a forma como utilizamos Django: ao invés de somente receber e responder requisições – uma atrás da outra – agora temos acesso a WebSocket, long-poll HTTP e outras maravilhas da assincronia. Orientação a evento FTW. 


Nessa talk vamos ver os conceitos requisições assíncronas, WebSockets e como implementá-las com Django Channels!


The D is silent.

Django Unchanneled

Channels mudam a forma como utilizamos Django: ao invés de somente receber e responder requisições – uma atrás da outra – agora temos acesso a WebSocket, long-poll HTTP e outras maravilhas da assincronia. Orientação a evento FTW. 


Nessa talk vamos ver os conceitos requisições assíncronas, WebSockets e como implementá-las com Django Channels!


The D is silent.

DRF vs Graphene

DRF é uma biblioteca para construir REST Web APIs. Estável, muito bem testada e utilizada há vários anos por diversas empresas, geralmente é o primeiro ponto de contato de muitos desenvolvedores que desejam iniciar no mundo de aplicações web.


Graphene, por outro lado, implementa a linguagem GraphQL, que muda completamente a maneira de disponibilizar recursos para clientes na web.


Django REST Framework e Graphene são duas coisas totalmente diferentes, eu sei. Mas vejo cada vez mais usuários do DRF se perguntando o que é Graphene e se ele pode realmente substituir a maneira que criamos Web APIs.


Nessa talk, irei apresentar as duas ferramentas, como elas funcionam, os problemas que resolvem, e como elas podem – ou não – serem comparadas.

Em terra de Serverless quem usa Zappa é rei!

 


Serverless é um estilo de arquitetura onde não temos servidores*, lidando apenas com serviçoes de terceiros. Isso significa poder escalar infinitamente, com menos downtime e menor manutenção. Claro que essa não é a resposta para todos os nossos problemas, mas dependendo do caso, pode ser uma boa escolha.


Aliado a este conceito, temos o Zappa, uma ferramenta que torna extremamente fácil o deploy de aplicações Python WSGI no AWS Lambda.


Nessa talk vamos discutir sobre o conceito e aplicar a ferramenta, criando e deployando uma aplicação web Python com Zappa!


 


* Brinks: Serverless ainda é feito de servidores ;) 

Em terra de Serverless quem usa Zappa é rei!

Serverless é um estilo de arquitetura onde não temos servidores*, lidando apenas com serviçoes de terceiros. Isso significa poder escalar infinitamente, com menos downtime e menor manutenção. Claro que essa não é a resposta para todos os nossos problemas, mas dependendo do caso, pode ser uma boa escolha.


Aliado a este conceito, temos o Zappa, uma ferramenta que torna extremamente fácil o deploy de aplicações Python WSGI no AWS Lambda.


Nessa talk vamos discutir sobre o conceito e aplicar a ferramenta, criando e deployando uma aplicação web Python com Zappa!


 


* Brinks: Serverless ainda é feito de servidores ;) 

Em terra de Serverless quem usa Zappa é rei!

Serverless é um estilo de arquitetura onde não temos servidores*, lidando apenas com serviçoes de terceiros. Isso significa poder escalar infinitamente, com menos downtime e menor manutenção. Claro que essa não é a resposta para todos os nossos problemas, mas dependendo do caso, pode ser uma boa escolha.


Aliado a este conceito, temos o Zappa, uma ferramenta que torna extremamente fácil o deploy de aplicações Python WSGI no AWS Lambda.


Nessa talk vamos discutir sobre o conceito e aplicar a ferramenta, criando e deployando uma aplicação web Python com Zappa!


* Brinks: Serverless ainda é feito de servidores ;)

Where's the Server?

Serverless. A nova hype cool buzzword arquitetura que está mudando a maneira de desenvolver e deployar código em um mundo onde o gerenciamento de servidores é última – ou nenhuma  – preocupação. Aqui, estaremos explorando esse novo mundo efêmero e orientado totalmente à eventos, onde todo o ciclo de vida de um servidor acontece num piscar de olhos.


Neste tutorial iremos entender como uma aplicação Python se encaixa nesse contexto, desde sua concepção até estar pronta para produção! 


Duração de horas: cerca de 4 horinhas.


Configuração de ambiente: Python 3.6, PostgreSQL e uma conta na Amazon AWS. Todo o conteúdo inicial será disponibilizado em um repositório no GitHub.


Pré-requisitos: Conhecimentos básicos de Python. Um pouquinho de Django ajuda também :D


 


Juntos responderemos a pergunta que não quer se calar. Where's the server?